Antes de qualquer execução, o funil precisa ser lido de ponta a ponta. O diagnóstico define onde atuar — só então vem a execução certa, seja gerar mais leads, qualificar melhor ou corrigir o que está quebrando no meio do caminho.
Quando o resultado não vem, o movimento padrão é aumentar o volume: mais verba, mais lead, mais campanha. O problema é que volume não resolve ineficiência de funil.
Se o lead está chegando mas não qualificando, a resposta não está no topo — está em algum ponto entre o clique e o fechamento. Pode ser a mensagem, a landing page, o tempo de resposta do comercial, a ausência de tracking real, ou uma combinação de tudo isso.
A execução eficiente começa por saber onde o dinheiro está vazando. Sem isso, mais investimento só amplifica o problema.
Trabalho na interseção entre aquisição paga, análise de funil e operação de revenue. Meu foco é entender onde o crescimento está travado — e executar o que é necessário para destravá-lo.
Tenho expertise consolidada em inside sales: estruturação de funil MQL→SQL, qualidade de lead, rastreamento de campanha e diagnóstico do processo comercial. Nos últimos anos, desenvolvi uma camada forte em e-commerce também — com foco em análise de dados, CRM e aquisição paga escalável.
Além da consultoria, atuo como Gerente de E-commerce na OficialFarma — o que significa que não falo de crescimento de forma teórica. Estou operando resultados no dia a dia, com verba real e pressão de resultado real.
O diagnóstico de funil se aplica independente do modelo de negócio. A diferença está nas alavancas — e em saber qual mover primeiro.
A maioria das operações de inside sales analisa apenas o topo do funil. O problema quase sempre está no meio: qualidade de lead, velocidade de resposta, taxa de conexão, MQL→SQL. É aí que a receita vaza.
Aumentar verba sem entender o funil completo gera ROAS decrescente e faturamento estagnado. O trabalho começa pelos dados: o que está convertendo, para quem, e onde o carrinho trava.
Muitos consultores operam numa camada superficial — entregam lead e chamam de resultado. O diferencial aqui é a profundidade de leitura do funil e a maturidade para trabalhar nas alavancas que de fato movem receita, não só as métricas de vaidade.
Análise que vai da campanha ao fechamento. Taxa de lead qualificado, MQL→SQL, first time response, taxa de conexão — métricas que a maioria ignora porque é mais difícil medir.
Separar o canal que traz clique do canal que traz cliente é uma distinção que muda completamente a alocação de verba. Google pode originar o lead que o Meta converte — ou vice-versa. Sem essa visão, o budget vai para o lugar errado.
A pergunta "precisamos de mais lead?" só tem resposta depois de olhar o funil. Às vezes sim. Às vezes o problema é taxa de qualificação, velocidade comercial ou LP que não converte. Executar sem diagnóstico é amplificar o erro.
O mesmo processo independente do contexto — a profundidade de cada etapa varia conforme a maturidade da operação.
Mapeamento completo do funil — onde a receita está vazando e por quê. Sem isso, não há direção.
Com o diagnóstico em mãos, definimos qual alavanca mover primeiro — lead, qualificação, conversão ou retenção.
Campanhas, LPs, tracking, copies — operação ativa com visibilidade semanal sobre o que está funcionando.
Ajuste contínuo baseado em dado real. O processo não para — melhora a cada ciclo.
A execução pode incluir geração de leads, otimização de funil, melhoria de processo comercial ou tudo junto — depende do que o diagnóstico apontar como maior alavanca de receita.
Uma conversa de 30 minutos para mapear o funil atual e identificar onde estão as maiores oportunidades de crescimento.